Há coisas curiosas.
Repetições. Insistências. Rituais.
Gestos, coisas, pessoas e locais que repetimos.
Experimentamos.
Gostamos.
Voltamos. Voltamos. Voltamos. Voltamos.
É assim connosco.
Damo-nos bem com a "realeza" do Combro.
É barulhento e sempre a "aviar" (é verdade).
Mas come-se bem (é verdade).
Ainda por cima é barato (é verdade).
E ouvem-se pérolas como "vai mais uma bisnaga?".
Depois volta a acontecer tudo de novo.
O mesmo caminho. A mesma rua. Os mesmos abraços até chegarmos ao mesmo bar.
A casa (quase) só para nós.
A mesma boa música... de sempre!
As mesmas bebidas.
Mas azar dos azares, no meio de tantas (boas) repetições também surgem as menos boas.
A MESMA conversa.
Pois é, o mundo teima em (repetidamente) girar, girar, girar e também repetem-se os lamentos.
Mas quebrar os rituais custa... está quieto!

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